Ação conjunta entre as polícias Civil, Militar e Guarda Municipal resultou na prisão de Andreza Damasceno de Miranda durante as festividades do Dia do Trabalhador; acusada possui extensa ficha criminal e estava foragida.


MUANÁ, MARAJÓ – Em uma ação estratégica coordenada pela Polícia Civil do Estado do Pará (PCPA), por meio da Superintendência Regional do Marajó Oriental (5ª RISP), foi cumprido no final da tarde desta sexta-feira (01/05/2026) o mandado de prisão preventiva contra Andreza Damasceno de Miranda. A acusada é apontada pelos crimes de tráfico de drogas e posse/porte ilegal de arma de fogo.

A prisão ocorreu por volta das 17h, no complexo esportivo do Mocajatuba, em Muaná. Segundo informações policiais, Andreza tentava passar despercebida em meio ao público que acompanhava um jogo de futebol em comemoração ao Dia do Trabalhador. A captura contou com o apoio operacional da Polícia Militar (PMPA) e da Guarda Municipal.

O Início das Investigações: Vídeo em Redes Sociais

O caso que levou à prisão de Andreza ganhou força em fevereiro deste ano. No dia 15/02/2026, a Delegacia de Muaná recebeu, via WhatsApp funcional, um vídeo enviado por populares no qual a acusada aparecia ostentando uma arma de fogo e transitando livremente pela Vila de Ponta Negra, na zona rural do município.

Na ocasião, equipes policiais realizaram diligências na residência de Andreza. Embora ela não tenha sido localizada na época, os agentes apreenderam no imóvel diversas munições de calibre .40, além de 10 petecas de maconha e 12 petecas de "oxi".

Extensa Ficha Criminal

O inquérito policial, presidido pelo delegado Felipe Mendonça, revelou que Andreza continuava comercializando entorpecentes na região mesmo após a apreensão inicial. Testemunhas colaboraram com as investigações, chegando a entregar munições que teriam caído da arma utilizada pela suspeita.

A investigação detalhou ainda o histórico perigoso da detida:

  • 13 procedimentos judiciais: Andreza possui uma extensa ficha que inclui tráfico de drogas, lesões corporais e ameaças.
  • Violação de medidas: No momento dos crimes, ela deveria estar sob monitoramento por prisão domiciliar devido a outro delito, mas encontrava-se evadida e em paradeiro incerto.

Encaminhamento

Diante das evidências de reiteração criminosa e do risco à ordem pública, a Justiça da Vara Única de Muaná, após parecer favorável do Ministério Público (MPPA), decretou a prisão preventiva. Após ser detida no evento esportivo e realizados os procedimentos legais, a acusada foi colocada à disposição do Sistema Penitenciário.

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