Morador de Castanhal, réu é apontado como autor de homicídio em 2025; mudança de regime prisional levou em conta problemas de saúde.

Da Redação | Jornal de Castanhal

O caminhoneiro Márcio Wolff (traje azul) foi morto a tiros em dezembro de 2025, no pátio de um posto às margens da BR-316, em São Francisco do Pará. Rafael Modesto Freitas, acusado pelo crime, estaria cumprindo prisão domiciliar por decisão judicial. FOTOS: DIVULGAÇÃO

Quase um ano após o assassinato do caminhoneiro catarinense Márcio Roberto Wolff, o principal acusado pelo crime, Rafael Modesto Freitas, passou a cumprir prisão domiciliar. O homicídio ocorreu no dia 4 de dezembro de 2025, no pátio de um posto de combustíveis localizado às margens da rodovia BR-316, no município de São Francisco do Pará.

Rafael e sua ex-companheira são residentes do município de Castanhal. De acordo com as informações sobre o caso, o crime teria sido motivado por ciúmes. O acusado teria localizado a ex-mulher através do rastreamento de uma motocicleta que pertencia a ele, veículo que a mulher utilizou para ir ao encontro da vítima.

Ao chegar ao local, o acusado encontrou Márcio Wolff e a mulher dentro de um caminhão, momento em que o motorista foi atingido por diversos disparos de arma de fogo. Relatos sobre o caso apontam ainda que o autor dos tiros teria passado com um carro por cima do corpo da vítima após a execução. A Polícia Militar efetuou a prisão em flagrante no mesmo dia.

A recente progressão para a prisão domiciliar ocorreu mediante decisão judicial fundamentada em questões de saúde. O réu teria uma suposta doença pulmonar que exige acompanhamento médico e, atualmente, é monitorado eletronicamente por meio de tornozeleira.

A mudança na situação prisional gerou questionamentos de pessoas que acompanham o caso devido à gravidade dos fatos. No entanto, a concessão do benefício não significa absolvição, e o processo legal segue seu trâmite com o acusado submetido às determinações judiciais.